sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Batom de Doce de Leite


Batom Garoto é um espetáculo, né?! Ainda que não seja o melhor chocolate do mundo, é uma dose perfeita para aplacar uma vontade súbita. Além disso, é suficientemente doce para você não ficar pensando em açúcar por um bom tempo!
Há duas versões clássicas no mercado: ao leite e branco. Houve uma tentativa de emplacar o Batom de Morango, mas parece que não vingou. E agora, a Garoto lançou o cúmulo: Batom de Doce de Leite!
Uma fusão incrível entre dois doces deliciosos: chocolate branco* (que já é super doce) com doce de leite (que é absurdamente doce!). O resultado ficou... bem doce, mas, pra quem nutre certa simpatia pela vida açucarada das formigas, vai achar uma delícia!
Vale a pena experimentar, mas seja rápido... é edição limitada! Acho que vou garantir uma caixa pra mim!



*embora não considere que chocolate branco seja chocolate... é um doce delicioso, mas não é chocolate!

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Comida de Hospital


Esta semana, fui visitar uma amiga que, infelizmente, está internada. Ela está sendo bem tratada, bem cuidada, mas, além do fato de ser naturalmente ruim ficar internada, a queixa maior e mais compreensível que ela fez foi sobre a comida.
Creio que todos concordem que comida de hospital é lamentável. Parece que também está doente e se você não está, acaba ficando, só de olhar. É uma comida anêmica, sem gosto, sem sal (ainda mais para pacientes tratando de problemas renais!) e servida de maneira deprimente.
É evidente que quem está sob tratamento de seja qual for a doença deve seguir uma dieta que auxilie na recuperação, no entanto, não precisa avacalhar. Minha amiga mostrou o almoço dela, quando ela levantou a cúpula de inox, meu estômago deu cambalhotas e teve de se segurar para não fugir de mim. Tratava-se de uma bolota de arroz empapado com gruminhos de batata, uma grosma de polenta estirada num canto do prato, um tira de peito de frango mais branco do que as penas que um dia o cobriu, pedrinhas de feijão preto (que na verdade era para ser carioca, mas na panela ele se transformou em preto!) e mais alguma coisa que não consegui identificar.
Quem está internado, pressupõe-se que esteja tomando vários medicamentos que,a maioria das vezes, causa falta de apetite. Será que não dá para dar uma caprichadinha para ficar um tantinho mais apetitoso?! É uma equação óbvia, paciente que se alimenta melhor, recupera-se mais rápido e, conseqüentemente, deixa o hospital num prazo menor, dando vaga a outros pacientes. Comida de hospital deveria ser a melhor e mais saborosa comida do mundo!

Faço votos de que minha amiga volte o mais rápido possível para casa dela!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

V. Café


Mais do que um café, o V. Café da Livraria Cultura é um point! Ponto de encontro de gente descolada, elegante, bonita, sorridente... parece até cenário de comédia romântica, com direito a jazz de fundo! Sempre cheio, é necessário ter paciência, determinação e astúcia para conseguir uma mesa, mas vale a pena.
O ambiente é lindo: iluminação intimista, decoração sofisticada, confortável, embora seja um pouco apertado... bem apertado! Passar por entre as mesas para fazer o caminho de ida e volta ao buffet, no entanto, é tarefa pra gente hábil e com certo talento para o malabarismo! Com boa vontade e uma dose de bom humor, você até consegue se divertir vendo gente elegante equilibrando suas bandejas por entre frestas, até chegar à mesa, só não fica tão engraçado quando você é o protagonista do espetáculo!!
E por falar em espetáculo, o buffet é digno de aplausos! Todos os bolos, tortas, lanches são absolutamente lindos! Um buffet sinestésico que apenas olhar já é uma satisfação: as tortas em suas generosas fatias são geladinhas, os bolos cobertos por cúpulas de vidro, os lanches esbanjando frescura, os salgadinhos quentinhos. Tudo disposto para que o próprio cliente pegue o que lhe for mais irresistível (...usei esse critério para escolher!) e passe no caixa. Sistema incrivelmente eficiente, já que tão logo você pegue um pedaço de torta, por exemplo, no mesmo instante o pedaço é reposto. Sem comandas, sem pedidos, sem espera! O que mais se pode esperar de um café?! Ah! Sim, o café! Você faz o pedido e aguarda, rapidamente, ser chamado pelo nome para receber seu café. Não há muitas opções, mas há o gourmet, que dispensa comentários!
Voltando à mesa, você está pronto para passar horas muito agradáveis, saboreando um delicioso café, acompanhado de uma linda e apetitosa fatia de bolo, em ótima companhia, de preferência! Aliás, recomendo que sejam seguidas duas dicas práticas para que a passagem pelo V. Café da Livraria Cultura seja ainda melhor:
1.Vá acompanhado: depois de uma luta homem a homem por uma mesa, você finalmente consegue uma... caso não esteja acompanhado, quem vai guardar seu lugar para que você vá até o buffet?!
2.Opte pelo expresso duplo: primeiro porque é reconfortante olhar para uma xícara tão grande, tão cheia de tanto café e segundo porque, no fim das contas, você vai acabar querendo beber outro café e terá de se levantar, pegar fila, pagar, esperar e fazer o zigue-zague de volta pra mesa... seja honesto consigo mesmo e admita que não consegue beber um único café! Além disso, o expresso sai por R$ 2,5, enquanto que o duplo sai por R$ 3,6!

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Cisma



Todos temos um prato favorito. Aquele que, seja qual for o dia, o momento, vai fazer nossa alegria! Um bom prato do prato favorito pode salvar um dia meia boca. Geralmente, o prato favorito nos acompanha ao longo de anos. Aquele prato eleito na infância e que até hoje ainda faz minar água da boca! Todos temos um desses, não?! Mas há também aquele prato que a gente cisma.
Do nada, de uma hora para outra, você simplesmente cisma de querer comer determinada iguaria a qualquer momento, toda semana, todos os dias, em qualquer oportunidade! Quando se cisma com um prato, ele parece ser a coisa mais apetitosa do mundo. Versátil, vai bem no café da manhã, almoço, jantar... e lanchinhos, ainda que seja uma torta salgada de sai-lá-o-quê! Quando a cisma é coletiva, ninguém segura! Toma conta das conversas! Aliás, caso queira animar uma conversa que está meio chocha, fale de seu prato-cisma do momento! É garantia de animados e longos papos. Sou capaz de passar horas descrevendo aroma, sabor, textura... infinitas razões que justifique o título de meu prato-cisma do momento!
Falo de cisma com conhecimento de causa. Sempre estou cismada com algum prato. Minha cisma do momento é Temaki de salmão! E tem explicação: é a coisa mais gostosa e mais maravilhosa do mundo!!Ontem, enquanto esperávamos uma sessão de cinema, eu e uma amiga (que compartilha de minha atual cisma!), com estômagos roncando de fome, começamos a falar do tal Temaki de Salmão! Rendeu! Passamos a meia hora seguinte falando nisso. Por pouco, pouco, muito pouco, ao invés da pipoca, não entramos na sala de cinema com um Temaki na mão! Só não o fizemos porque até a cisma esbarra no bom-senso! Ufa!

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

YakiSopa



Quem costuma se aventurar na cozinha sabe que há dias em que o melhor mesmo é pedir uma pizza e ficar feliz com isso! Há dias em que a inspiração não vem e a vocação resolve tirar folga. Resultado: desastre gastronômico na certa!
Tempos atrás, tomada por uma súbita vontade de comer yakisoba, coloquei meu lado chef-punk (“faça você mesmo sua própria comida!”) em prática! Fui pra cozinha, vasculhei a geladeira e, após rápida investigação, concluí que tinha ingredientes suficientes para um yakisoba de emergência. Detalhe: nunca tinha feito um, mas internet está aí pra isso mesmo! Fiz uma busca e, depois de ler 12458756923 receitas, montei a minha.
Como estava com fome, e, sabemos que a fome é inimiga da paciência e falta de paciência e cozinha, definitivamente, não combinam, tive uma típica idéia de jerico: vou fazer meu yakisoba na panela de pressão, assim, tudo fica prontinho bem rapidinho!! Rá!
Idéia de jerico que se preze faz a gente esquecer das coisas mais elementares! Refoguei a carne e o peito frango, coloquei um pouco de água e fechei a panela. Cozinhei por dez minutos e abri. Até aí, tudo corria bem, mas na hora dos legumes e verdura... Coloquei tudo junto (couve-flor, brócolis, cenoura, acelga...) e fechei a panela de novo. Fe-chei a pa-ne-la de pres-são! A cenoura até que é durinha e merece ser cozida na pressão, mas, convenhamos, acelga é um trem que se você ficar olhando por mais de dois segundos, ela murcha! Mas eu, eu não... eu cozinho acelga na pressão!! E não foi por pouco tempo: foram dez longos, quentes, ferventes minutos. Do lado de fora, cozinhava o macarrão.
Passados os dez minutos, abri a panela e a cena era pouco apetitosa. Tratava-se de micro-pedaços de legumes boiando num balde de caldo amarronzado. Coloquei o macarrão e finalizei (!) com o molho shoyo! Tinha diante de mim um legítimo yakiSopa!
Pior não foi olhar para aquele prato... pior foi comer! E de hashi!!!!!!!!!
Analisando friamente, percebo que não estava, digamos, bem para cozinhar aquele dia, mas, mesmo tendo passado algum tempo, não repeti a dose. Quando fico a fim de comer yakesoba, vou a um restaurante de comida oriental e resolvo a parada!

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Chocólatra


Sou mais forte do que o chocolate! Essa era a tese que queria provar pra mim mesma quando comprei uma barra de chocolate classic da Nestlé de 170g no último sábado.
Sempre tive sérios problemas com chocolate. Simplesmente não resisto. Nada contra chocolate, muito pelo contrário, tudo a favor! É até saudável comer uma porçãozinha dele todos os dias... meu problema é justamente com a ‘porçãozinha’... ela, geralmente, de ‘zinha’ não tem nada; pra mim, quanto mais melhor e enquanto tem estou comendo! Mas resolvi dar um basta nisso. A idéia era simples: compraria o tablete gigante e deixá-lo-ia diante do meu nariz durante meses a fio, quiçá pelo resto de minha vida! A primeira parte foi fácil. Já a segunda...
Coloquei meu desafio dentro de uma sacola transparente que ficou pendurada no mancebo no meu quarto, bem em frente a minha cama. Embalagem vermelha... impossível de não ser vista!
Ainda no sábado tive mostras de como seria difícil vencer esse desafio: quis abrir a embalagem pra sentir o cheirinho do chocolate... era só o cheirinho! Já estava com o tablete nas mãos quando me dei conta de que aquilo seria atitude de gente doida de pedra! Larguei a embalagem e fui caçar o que fazer. Um dia de firme resistência!
A coisa começou a degringolar no domingo: Alpino, Laka e Toblerone! Mas, ainda que tivesse comido três chocolates (em circunstâncias absolutamente justificáveis!), não me sentia derrotada no meu desafio, afinal, aquele tablete de casa continuava intacto! *
E assim ele permaneceu: Inviolado! Lacrado! Fechado! Até ontem. Juro que eu não queria. Fui obrigada!! E pensa que foi só um quadradinho? Dois? Três? Quem sabe quatro?! Não, não, não! FOI O TABLETE TODIIIIIIINHO! 170 gramas de chocolate de uma vez só!!!!!!! Deus, meu Deus... o chocolate me domina!


*...ai, ai...quando a pessoa quer enganar a si própria, ninguém segura!

sábado, 11 de agosto de 2007

Talento Intense e Suflair Black


Tinha tudo para virar febre: chocolate saudável! Depois de lançado na Europa e nos Estados Unidos, os chocolates com alta porcentagem de cacau finalmente chegaram ao Brasil. A Garoto saiu na frente e lançou o Talento Intense, com 50% de cacau em sua composição, em seguida, a Nestlé com o Suflair Black com seus 70% de cacau.
Fiquei animadíssima! Era a desculpa que faltava para eu me jogar de boca no chocolate, afinal, não era por nada, mas é que era saudável e coisa e tal. Ah! Mas, como diria minha vó, quando a esmola é grande o santo desconfia e essa história estava boa demais pra ser verdade.
O primeiro que provei foi o Talento Intense. Não é a pior coisa que já comi, mas também não é a mais gostosa... as amêndoas incrustadas ajudam a salvá-lo da derrota. E, pode ser coincidência, ou até cisma minha, mas as duas vezes que comi esse Talento (...sim, teve contra-prova!), minha pressão arterial despencou (8 por 6!)... será que tem relação???
Talvez os 20% a mais do Suflair Black pudessem deixá-lo mais gostoso. Além disso, Suflair é Suflair! Comprei. Abri. Mordi. Degustei. Engoli. Provei mais um pedaço e concluí: é pior! É ruim mesmo, de verdade... uma peste. Tem gosto de... sei lá o que! Qualquer coisa, menos chocolate.
Não sei, não sei... esses chocolates ricos em cacau podem até ser mais saudáveis em relação aos chocolates ao leite, mas estão longe (muuuuuuuuito longe) de ser mais gostosos. Opinião minha, gosto meu, mas estejam avisados. E, aceitem um conselho: se comprarem um desses, principalmente o Suflair Black, comprem um Alpininho pra tirar o gosto ruim da boca!! hehehehehe

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Frias Reflexões


Há certas atitudes que, se fossem analisadas com a devida atenção, resultariam em verdadeiros tratados de psicologia. Por exemplo, por que é tão estimulante pensar com a geladeira aberta?!
Atire o primeiro cubo de gelo quem nunca, sem a menor idéia do que estava fazendo ali, abriu a geladeira pra ficar pensando! Nem era fome! Estava entediado, foi à cozinha, abriu a geladeira, correu os olhos pelas prateleiras, fixou-se num ponto e entrou em alfa. Desligou-se do mundo terreno e deixou os pensamentos fugirem, soltos por aí... resfriados pela suave brisa saída da geladeira!
Talvez seja a luz da geladeira que acione esse efeito meditativo. Fechada, fria e escura, quando a porta se abre, uma luz se acende, tudo lá dentro se ilumina. Seria uma metáfora para nossas próprias vidas?! Abrimos a geladeira como quem pretende abrir a própria mente para que ela se ilumine.
Por vezes, até há um objetivo, mas quando você abre a porta...puf! O que mesmo que você foi pegar ali?! Como por hipnotismo você é levado a vagar pelos pensamentos... observa dentro, observa fora... procura por algo: uma resposta, um tempero, quem sabe? Desiste. Feche a geladeira e... tim! Você se lembra o que tinha que pegar! Geladeira hipnotiza.
No entanto, em tempos de uso racional de energia, pensar com a geladeira aberta, tornou-se atitude ecologicamente incorreta. Além de sair bem caro! Mas... quem resiste?! Trata-se de uma força inexplicável pela razão. Quando nos damos conta, fizemos de novo! Ficamos incontáveis minutos ali, diante da geladeira aberta, refletindo friamente sobre sabe-se lá o quê. Magias da vida moderna.Melhor não tentar explicar...

domingo, 5 de agosto de 2007

A vida é doce!



Estava com um amigo, parceiro de café... companheiro de xícara, quando fiz uma observação acerca do fato dele não adoçar seus cafés. Invejo:
- Gostaria de conseguir tomar café sem adoçar, mas, infelizmente, não consigo... gosto de tudo docinho...
- Ah, minha querida, de doce, já basta a vida!

Numa ensolarada tarde, percebo, afinal, que a vida é doce!

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Caldo Verde Light


Parece que o frio não vai embora tão cedo! Como não dá pra pegar um avião (...hummm... comentário de múltiplos sentidos atualmente!) e ir pra Bahia pegar um solzinho, melhor encontrar vantagens nessa onda de friaca!
Além de ser ótima desculpa para tomar um bom vinho, as temperaturas mais baixas tornam a cozinha (com forno ligado!) um ambiente muito convidativo, ainda mais quando se está com uma súbita vontade comer um caldo verde bem quentinho!
Eis um caldo que só tem vantagens: alimenta muito bem e é muito prático e rápido de fazer, além disso, leva couve na receita! Perfeito... desde que sejam feitas algumas adaptações!
Encontrei diversas receitas de caldo verde e a maioria quando não levava lingüiça, era o bacon que estava ali para engordurar a história. Concordo que ambos sabores são maravilhosos e fazem a diferença no preparo de um prato, mas comer essa quantidade de gordura à noite?! O mínimo que se pode esperar é uma bela azia na hora de dormir. Como o objetivo não é esse, substituí o parzinho gordurento por algo de sabor tão marcante quanto e tão light quanto uma modelo de passarela: peito de peru defumado! Além de outros toques de sabor... passemos à receita:

2 batatas médias
¼ de cubo de caldo de carne (ou galinha, ou legumes, ou qualquer um que tiver na geladeira!)
2 folhas de couve manteiga cortadas em tirinhas beeeem fininhas
1 colher de sopa de salsinha picada
2 fatias de peito de peru defumado light (recomendo o da Sadia por ser muito mais saboroso que os demais)
1 dente grande de alho

Cozinhe, na panela de pressão, as batatas descascadas e cortadas em cubos grandes, juntamente com o caldo de carne, em aproximadamente 250 ml de água, por 5 minutos (marque o tempo depois que a panela pegar pressão). Enquanto isso, prepare os outros ingredientes. Assim que as batatas estiverem cozidas (espere a panela esfriar sozinha, não force colocando embaixo da água... tenha paciência!), despeje-as com água e tudo no liquidificador e bata por 30 segundos, reserve. Na mesma panela (economize louça!), frite o alho em 1/5 de uma colher de sopa de óleo (...só de enfeite... não precisa usar uma lata de óleo pra fritar um dente de alho... a receita é light!), adicione o peito de peru, refogue rapidamente, adicione a couve e a salsinha, refogue até que a couve murche e reduza. Acrescente o conteúdo do liqüidificador e mexa. Cozinhe por um minuto. Se gostar, rale um pouquinho de noz moscada e mexa (amo!). Prove o sal (lembrando que o caldo de carne já tem bastante!). Se achar que ficou ralo, dissolva 1/3 de colher de sopa de farinha de trigo em um pouquinho de água (o suficiente para dissolver a farinha) e despeje na panela, mexendo sempre, até engrossar. Se, por outro lado, achar que ficou grossa demais, ferva um pouquinho de água a parte e vá acrescentando até chegar no ponto desejado. Se não ficar satisfeito mesmo assim, faça um sopão Maggi e deixa essa coisa de cozinha pra quem gosta!! Hehehehehe Para finalizar, já no prato, despeje um fio de azeite e salpique um pouco de queijo ralado. Prontinho! Cobertor sobre as pernas, cachecol e touca acompanham bem esse prato!

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Vono up-grade




Que frio polar é esse que anda castigando São Paulo??! Até os pingüins do zôo estão usando agasalho. Nada contra um friozinho de vez em quando, mas precisa essa ignorância?! Se quisesse viver num freezer, optaria pela Sibéria. E eu que achava que o Brasil era um país tropical!
Eu, particularmente, perco o ânimo nesses dias muito, muito, muito gelados. Sair de casa, só se for enrolada num edredom! Em casa, o melhor lugar é a cama... debaixo de quatro cobertores, com muitas meias e blusas. E a fome?! É incrível como o frio transforma um ser humano normal numa verdadeira draga insaciável em busca de comida, cada vez que a fominha vem (...meia em meia hora!), juntamente vem a preguiça de sair do quentinho pra ir à caça de algo pra comer.
Como em casa não tenho um fogão à lenha, que esquenta todo o ambiente, quero ficar menos tempo possível longe dos cobertores, mas não é por isso que vou comer qualquer coisa! Frio, frio... além de cachaça, qual é a única coisa que pode esquentar os ossos em dias polares?! Sopa!
Caldo verde! Creme de ervilha! Creme de milho! Sopa de carne! Sopa de legumes! Infinitas possibilidades, porém, às vezes, a paciência não me acompanha até a cozinha e quero alguma coisa muito saborosa e rápida de preparar. Um caldinho quentinho e rápido?! Vono! Essas sopinhas instantâneas são tão providenciais, não?! Mas não é porque você está com frio, com fome e sem paciência que irá comer algo tão meia boca! Vamos então dar um up-grade nesse caldinho! Juro que fica uma delícia e é rapidinho:

1 envelope de Vono (preferencialmente de peito de frango e requeijão)
1 filé grande de peito de frango cortado em cubinhos
2 colheres de sopa de salsinha picadinha (coloco bastante porque amo!)
4 vagens cortadas em rodelinhas
1 cenoura pequena cortada em cubinhos
1 dente de alho
1 fio de azeite
queijo branco cortado em cubinhos

Comece colocando a vagem e a cenoura para cozinhar em 250 mls de água fervente (numa panela sem tampa, fica pronto em 10 minutos). Enquanto cozinha, refogue o frango com o alho até que fique bem douradinho (uns três minutos, mais ou menos). Adicione a salsinha. Despeje os legumes juntamente com a água do cozimento sobre o frango com salsinha. Espere ferver e adicione o envelope de Vono. Misture até engrossar. Já no prato, coloque o queijo branco e o fio de azeite. Pronto! Coloque o prato numa bandeja de pezinho e volte pra cama! Depois é só virar pro lado e dormir um pouquinho! A louça pode deixar pra depois...

sábado, 28 de julho de 2007

Havana Café



Em casa. É assim que me senti no Havana Café!
Localizado numa charmosa esquina da Rua Bela Cintra (n° 1820), em São Paulo, desde a comentadíssima inauguração, o Havana Café está na minha mira. Não à toa. É lá que são vendidos os legítimos alfajores argentinos (o futebol pode ser ruim, mas os alfajores...).
Dentro da casa é quentinho como útero materno, o sofá no fundo do salão faz você querer uma tevê pra passar hooooooooras ali, mas, na falta da tevê (...que, de fato, não faz falta alguma!), bom papo em boa companhia resolve! A composição do ambiente é muito harmônica e ainda têm umas janelas enormes que faz você se sentir numa vitrine... dá pra ver quem passa na rua lançando olhares de invejinha por não estarem ali dentro!
O cardápio é lindo, dá vontade de pedir um de cada de tudo! Bebidas e doces lindos em fotos belíssimas e o melhor é que, quando sua torta chega, você comprova que ela é igualzinha a da foto (... com duzentas camadas de massa folhada e doce de leite e três dedos de merengue!!).
O serviço é rápido e muito, muito, muito simpático! A ser copiado.Gente bonita e sorridente a postos ao menor sinal de pedido! Atendentes adoráveis, educados, nota dez!
O expresso é delicioso. Saborosíssimo, forte, quase cremoso. Daqueles que faz disparar o coração! Uma festa para os sentidos. O chocolatinho que acompanha, além de ser um charme, é recheado de doce de leite. Completa a festa para as papilas gustativas.
O alfajor. Ah! O alfajor! Difícil descrever, apenas digo que senti vontade de comer de joelhos. A massa, de textura esfarelantemente crocante, com certa umidade, tem um sabor que funde especiarias e convida você a tentar decifrar a composição daqueles aromas. Difícil. Melhor se render rapidamente aos prazeres da união daquela massa ao doce de elite do recheio e à cobertura de chocolate! Delicioso! Isso porque só provei o de chocolate ao leite... o branco e o de nozes ficam pra uma próxima... não sei se agüentaria!
As expectativas foram superadas. Ambiente confortável, café delicioso, alfajor que não nega a fama que tem! O Havana é um café pra voltar e levar os amigos que gosta!

quarta-feira, 25 de julho de 2007

Top 5 – Pão de Queijo para assar em casa*



1º Congelado Sadia (...pra fazer em casa... não tem melhor! Assa em 15 minutos no forno elétrico, fica douradamente crocante por fora, macio e cheiroso por dentro, nem parece que o bichinho era congelado!)
2º Congelado Sadia (vai por mim, vale duas posições no top! Com esse, não tem erro!)
3º Forno de Minas (...caso esteja querendo comprar pão de queijo congelado pra levar pra casa e na geladeira do supermercado não tiver o da Sadia... você, provavelmente, vai ficar na dúvida entre o Forno de Minas e o Perdigão... opte pelo primeiro! O da Perdigão é uma borracha-salgada-sem-gosto-de-nada! Enquanto que o Forno de Minas, quebra bem o galho na hora da necessidade.)
4º Casa do Pão de Queijo (ainda que caro, o tamanho é perfeito, o sabor maravilhoso, crocante por fora, macio por dentro, parece uma bolinha de queijo! A única ressalva fica por conta do limiar que separa um pão de queijo maravilhoso de uma grosma no fundo da assadeira. Trata-se de um pão-de-queijo-de-lua, não sei dizer o que acontece, mas não é sempre que fica no ponto! Se estiver buscando aventura e moção na cozinha, essa é uma boa pedida!)
5º Receita da Vó (...se estiver com um desejo alucinante de comer pão de queijo e não encontrar nenhum dos três acima, vale a pena vasculhar nos guardados da vó uma receita!...se não tiver vó... vale a internet, também!)

*Nesse friozinho que anda fazendo em São Paulo, nada melhor do que um bom café (!!) acompanhado de um quentinho e cheiroso pão de queijo! Mentira, essa combinação é perfeita seja qual for o clima lá fora!

terça-feira, 24 de julho de 2007

Banquete


Há alguns anos, quando estava me preparando para o vestibular, às vésperas do exame mais importante (na verdade meses antes, mas vestibulando é um bicho apavorado que acha que a prova será amanhã!!), um professor resolveu dar alguns conselhos práticos para o grande dia.
Aquela velha história de sempre: conheça antes o local da prova, chegue cedo, leve caneta preta, lápis, borracha, R.G. original... e “cuidado, muito cuidado com o que irão levar pra comer e beber durante a prova!”. A sala toda riu do exagero e da ênfase dada ao “cuidado”, no entanto, como ele já havia sido fiscal de sala em vários vestibulares, começou a contar o que já viu! As histórias eram as mais engraçadas possíveis, mas vou contar só a mais bizarra:
...era Fuvest. Fim de ano, quase Natal. Sala lotada. Cérebros fritando. Silêncio ensurdecedor. Transcorrido algum tempo do início da prova, era natural que algumas pessoas começassem a sentir fome, afinal, pensar queima calorias como correr duas maratonas sob sol de 40°. Como num cair de dominós, os pobres vestibulandos começaram a abrir seus chocolates. Zumzumzum discreto. O fiscal, acostumado àquele tipo de ritual, assistia a tudo como a um filme a se repetir: eles comeriam seus chocolates, beberiam suas águas e continuariam a chutar as alternativas de a a e. Mas, num certo momento, uma vestibulanda levantou a mão, pedindo que o fiscal se aproximasse. Ele se aproximou e ela então perguntou se poderia comer ali. Sorridentemente, ele disse que sim. Foi aí que a bizarrice se deu. De lá da frente da sala o perplexo fiscal mal podia acreditar no que seus olhos viam. A faminta vestibulanda puxou uma sacola que estava sob sua cadeira e de dentro tirou nada menos do que um PANETONE!! Sim, um panetone inteirinho, embalado e tudo o mais! E plástico de embalagem de panetone, todos sabemos, faz uma verdadeira festa ao ser manipulado. Todas as atenções se voltaram para aquele Natal que acontecia logo ali. Dispersão total. Para completar, ela puxou uma faca de pão da sacola (praticamente uma arma!!), cortou, impassível, fatias do panetone e as comeu! Terminada a refeição, ela continuou resolvendo sua prova. Creio que ninguém mais conseguiu se concentrar na prova e, diz a lenda, ninguém daquela sala passou pra segunda fase, só a dona do panetone!! Será que foi estratégia?!
Bom, dependendo do cardápio do seu banquete, você pode eliminar concorrentes. Lembre-se disso no próximo concurso!

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Teoria da Conspiração: Três Corações*


Já deve ter dado pra notar que sou uma grande apreciadora de café, pois não?! De fato sou e confesso que a simples idéia de não ter pó de café em casa me causa arrepios de pavor. Não apenas pó de café, mas pó de café Melitta (insuperável! Quem já provou sabe). Meu dia tem de começar com uma boa caneca de café forte!
Todos em casa já sabem disso e ficam alerta para a reposição do estoque: ou compram ou me avisam para comprar. Foi o que aconteceu na semana passada. Recebi uma mensagem avisando para levar meu querido Melitta porque o de casa estava acabando.
Na hora do almoço, passei no supermercado e fui direto à sessão dos cafés. Olho a prateleira e só vejo café da marca Três Corações. Taquicardia. Como era “festival do café” nesse supermercado, montaram um verdadeiro circo para incentivar o consumo da bebida, por isso, a maioria dos cafés foram deslocados para outro local. Só isso poderia explicar o fato de um (hiper)mercado daquele tamanho não ter Melitta na prateleira. Aos pulos, cheguei ao circo-da-cafeína. Cafeteiras, cafés solúveis, cafés importados, canecas de café, vídeos sobre café... um verdadeiro paraíso, mas só uma coisa me levaria ao sétimo céu... meu melittinha querido. Finalmente, encontrei os cafés torrado e moído: Três Corações, Três Corações, Três Corações... Como assim?! Só tem café Três Corações???????????? Perguntei (com três corações na boca) à funcionária onde estava o café Melitta... “Acabou!”. Ah, tá... me engana que eu gosto!
Pensem comigo, festival do café numa grande rede de supermercados... a troco de nada é que não é! Na era dos patrocínios, é óbvio que teria alguma empresa por trás disso. Quem, quem, quem?! Três Corações! Sabendo da infinita superioridade dos Cafés Melitta e da óbvia preferência dos consumidores por eles, o que fizeram?! Tiraram-nos das prateleiras! Pura conspiração! hehehehehehe
Saí de lá inconformada (morrendo de medo de que os cafés Três Corações dominassem o mundo...) e passei numa loja de conveniências... Uuuuuufa! Tinha meu Melittinha!! Já comprei duas caixas pra garantir!!!



*paranóia de grau moderado! e sim... já tomei café hoje!

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Repensando o Vegetarianismo*


- Não sei como você consegue comer carne! Só de pensar que essa bisteca já foi um lindo porquinho... um bichinho vivo... e que morreu por sua causa... pra saciar sua gana por carne!
- Ah! Pior você que come um ser que nem teve chance de fugir!

Hummmm... essa é pra pensar, heim?!


*adaptação de um diálogo entre duas de minhas professoras da época da faculdade

terça-feira, 17 de julho de 2007

Minha melhor amiga, Doriana!


A gente reconhece a força de uma empresa pelo respeito e atenção que ela dá a seus consumidores e como ela usa isso a seu próprio favor.
Há algum tempo, havia um pote de Doriana na geladeira de casa que todas as vezes que eu o pegava, ele caía no chão. A tampa era frouxa, não segurava no pote. Foram tantas e repetidas as vezes que isso aconteceu que ele esborrachou-se no chão que a tampa acabou rachando. Aquilo foi me deixando deveras azeda... até a vez que o pote não caiu no chão... caiu no meu pé! Doeu... acertou minha unha em cheio...
Xingar o pote não ia adiantar muito, resolvi ligar para o Serviço de Atendimento ao Consumidor da Unilever, não para xingar, mas para avisar que a tampa do pote de Doriana não funcionava!
Ao invés de uma caixinha de música desafinada, uma gravação rápida e clara direcionou minha ligação para uma atendente... sim... gente viva de verdade!! Você , logo de cara, percebe que sua ligação, de fato, tem alguma importância para a empresa! Sim, afinal são os consumidores que consomem os produtos deles. Inteligentes, não?!
Narrei toda a história da Dona Doriana e a atendente foi fazendo perguntas e digitando tudinho. Ao final, disse que a sugestão/reclamação seria encaminhada aos responsáveis pelo desenvolvimento de embalagens para a solução do problema. Se seria solucionado ou não, não eu poderia dizer, mas fiquei muito satisfeita pelo atendimento. Gentil, mesmo sendo uma “reclamação”.
Algumas semanas depois, recebi uma correspondência nominal (...não daquelas “caro (a) consumidor (a)”!!), agradecendo a ligação ao sac da empresa e comunicando que novas embalagens seriam desenvolvidas e blá-blá-blá! E não é que fizeram mesmo?! Repararam como ficaram bonitas??!! Ajudei! hehehehe
Desde a minha ligação, eu e Doriana nunca mais nos separamos... viramos suuuuuper amigas... ela sempre me manda correspondências perguntando o que estou achando dos novos produtos e etc e tal! Minha melhor amiga!!!
Trata-se de uma relação de interesse, evidentemente, a Unilever quer saber minha opinião porque sabe que sou uma das que consome seus produtos... e sim, os consumidores têm voz nas empresas... empresas espertas que já sacaram que o melhor para eles é fazer o que a gente gosta!

Se tiverem algo a dizer... digam: 0800-707-9944 – sac@doriana.com.br

domingo, 15 de julho de 2007

Café: propriedade curativa!!


Quando digo que amo café, sempre há quem diga que esse negócio faz mal, que é perigoso... Ô gente alarmista!! Café não mata, gente!!
Além de ser uma bebida deliciosa, estimulante, de aroma inconfundível ... ontem, descobri mais uma faceta do meu querido café: ele cura!!!
Depois de tomar algumas doses alcoólicas e insistir em fazer a barba de pileque (...isso sim é perigoso, heim!), o namorado da minha amiga acabou arrancando dois bifes do lábio superior (da boca de cima, segundo ele!!). Sangue, sangue, muito sangue!! Depois de usar um rolo de papel higiênico para tentar estancar o sangue que minava, sem obter sucesso, ele resolveu usar uma receita de sua vó, antes que precisasse de transfusão: borra de café!
Vejam só que coisa mágica: borra de café estanca sangue! E ainda deixa sabor e cheirinho agradáveis!! Incrível, incrível!! Mais um ponto pro meu queridinho café! essa eu não sabia!

sábado, 14 de julho de 2007

Top 5 - frutas com odores impregnantes


1º goiaba (...já fizeram suco dessa desgrama e deixaram sem tampa na geladeira??!! Em casa já fizeram isso! Resultado: margarina sabor goiaba, leite sabor goiaba... até o ovo fica com gosto de goiaba!! Sugiro o uso de jarras de chumbo lacradas!)
2º mexerica (18 dias depois quem comeu ainda está com o cheiro nas mãos e no corpo todo!!)
3º melancia (...enquanto está fresquinha até que é agradável... dois ou três dias depois começa um cheirinho ruim... uma semana depois... carniça!)
4º jaca (Jesus!! Aconselho manipulá-la com luvas... além do cheiro medonho, a bicha ainda solta uma super-cola!)

5º banana nanica (mosquitinhos acompanham! E se tem mosquito...)

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Não adianta colocar a culpa na bebida!



Dia desses, eu e duas amigas do trabalho fomos fazer um negocinho*. Resolvemos tomar um choppinho para esquecer as mazelas da vida.
Devidamente acomodas e de canecas em punho, começamos a jogar conversa fora. Papo vai, papo vem... entramos no quesito hálito (no caso, mau-hálito). A pergunta: o que é pior, hálito de cebola ou de cigarro??
Fui categórica ao dizer que, pra mim, nada pior do que hálito de cebola. Uma desgraça... chega a arder os olhos! Sem contar que indica que o interlocutor, digamos assim, fez a refeição e nem escovou os dentes (... o que seria inútil, dada a insistência do fedor causado pelo legume em questão).Uma das amigas argumentou que hálito de cigarro é podre e fede mais do que... hummm... excrementos, sem contar que o fumante inteiro fica fedendo... e isso não se resolve com escovação! Bom argumento. Estávamos empolgadíssimas, cada uma defendendo ferrenhamente suas posições.
No auge da discussão, a outra amiga, que estava estranhamente calada, aproxima-se de nós sobre a mesa e cochicha:
- Gente, o casal atrás de vocês está fumando... melhor pegar leve!
Nem ligamos! Continuamos. O tom de voz era inversamente proporcional ao nível dos argumentos (... só digo que estávamos quase gritando!). Estávamos nos divertindo com os inúmeros achincalhamentos aos fumantes e comedores de cebola! Quer dizer, só eu e a amiga antitabaco... notamos que a outra amiga estava ficando meio nervosa. Não parava de olhar pra mesa atrás de nós e insistia:
- Meninas, o casal tá olhando muito pra vocês!
Só levamos nossa amiga realmente a sério e percebemos que poderíamos estar correndo certo perigo quando a garçonete veio servir uma porção de anéis de cebola fritos para o casal da mesa de trás!
Achamos por bem mudar de assunto!! Imaginamos que caso resolvessem “argumentar” não seríamos capaz de agüentar o hálito de cigarro com cebola!! Melhor falar de coisas menos polêmicas... afinal, depois não adianta colocar a culpa na bebida!




*termo genérico para denominar eventos pós-trabalho envolvendo ou não bebidas alcoólicas