Choco-Snack
*uma das bestas do apocalipse que virá em forma de massa folhada!
Está para nascer, ou melhor, está para ser geneticamente modificada uma fruta que seja mais perfeita do que a maçã! Pode até ser que a fruta em questão não seja a preferida por todos, o que acho difícil, mas temos de concordar com uma coisa: ela é a mais prática de todas.
Nossa relação com a cozinha tem tudo a ver com nossas mães. Vendo a relação que elas têm com a cozinha, podemos vir a desenvolver e aprimorar suas habilidades ou, em caso de mamãe pouco familiarizada com as panelas, vir a sofrer do mesmo mal!! O inverso disso tudo também é perfeitamente possível. Filhos de mães chefs sentem-se intimadados e preferem nem tentar cozinhar, por sua vez, filhos de mães que nunca foram muito chegadas às artes culinárias,tornam-se exímios cozinheiros. Não há regra, porém, é dessa relação que se desenvolve nossos primeiros hábitos alimentares.
As notícias sobre a crise dos alimentos são o novo hit da imprensa e o que era para ser informção acaba se tornando, devido ao tom sensacionalista, um alarme de emergêngia que coloca as pessoas em pânico e as fazem correr desesperadamente para os supermercados em busca de alimentos para estocagem. Isso explica uma cena que tem se repetido ultimamente: supermercado lotaaaaaado, carrinhos abarrotados e prateleiras vazias.
A Virada Cultural de São Paulo aconteceu no último fim de semana (26 e 27 de abril) e se firma, a cada ano, como um dos mais importantes eventos culturais do país. Louvável. Admirável. Em 2008, sem incidentes, acidentes ou coisas do gênero. Tudo ocorreu na santa paz.
- Sagitário com ascendente em Áries e Lua em Leão!Quem nunca desejou, pelo menos uma vez, ser invisível?! Eu fiquei invisível. Pena que foi num lugar meio inusitado e numa hora bem inconveniente: foi no Pelé Arena Café & Futebol (Rua XV de Novembro, 194, Centro , São Paulo - tel.:3101-9096), bem no momento que eu estava louca por um cafézinho!! Foi incrível... vou contar!
Semana pós-páscoa: semana de briga com a balança. Todos comentando como foi o feriado, quantos quilos de bacalhau com quantos litros de azeite comeram, quantos bombons, quantos ovos de páscoa, tudo devidamente acompanhado de um "Ai, meu Deus!", indicando a plena consciência do exagero cometido e dos quilos crescendo em progressão geométrica no demostrador da balança. Diante do mal consumado, o que resta é retomar (ou finalmente começar) aquela dietinha saudável, equilibrada, à base de muitas frutas, verduras, legumes, carnes leves... até o Natal, próximo feriado de comilança desenfreada. Tem-se, portanto, pelo menos nove meses para entrar na linha sem despespero e atitudes estúpidas e impensadas.
Páscoa! Dos feriados religiosos, a Páscoa me parece o mais celebrável, afinal, nascer qualquer um nasce, mas ressuscitar, pelo que consta, só Jesus. E, ao contrário de outros cardápios, o da Semana Santa reserva certas peculiaridades. Antes da ceia farta do domingo, há a quaresma, os quarenta dias de certas privações gastronômicas, e, acreditem, ainda existem pessoas que respeitam a tradição de não comer carne durante o período que antecede a Sexta-feira da Paixão. E mesmo aqueles que não são tão cristãos assim, aposto que fazem questão de guardar a graninha para a farta bacalhoada da sexta-feira! Para o Sábado de Aleluia não há restrições e, além de malhar o Judas, seria interessante malhar o próprio corpinho e prepará-lo para as toneladas de calorias do dia seguinte: a Páscoa!
Andando pelas encantadoras ruas do centro histórico de Paraty, litoral sul do Rio de Janeiro, encontrei a Argentina! Mais precisamente, Buenos Aires (Rua Dona Geralda, 44 "a" - Centro Histórico de Paraty, Rio de Janeiro), o café de uma simpática e sorridente argentina de cabelos bagunçados e um incessante portunhol para convidar os passantes a adentrar as portas de seu estabelecimento.
É irrefutável: somos seres mamíferos e por isso o leite é nosso primeiro e único alimento durante os primeiros meses de vida. À medida que vamos crescendo e envelhecendo, o bom e velho branquinho passa por fases de amor e ódio em nossos paladares. Há quem seja um verdadeiro bezerro durante toda a vida, mas também há os que torçam o nariz para o leitinho.
Minha mãe me passando uma receita de bolo de cenoura:
- Mãe, quantos ovos?
-Ah, se você quiser um bolão grandão, coloca uns três, se forem pequenininhos, uns
quatro.
Aconteceu no V. Café da Cultura. “Ué! Mas não foi no Suplicy?!” . Café COM Suplicy. O Eduardo. O de prosa sonífera! Eu e uma amiga, em pleno sábado, fim de tarde, cismamos de tomar um café depois de termos mergulhado em milhares de livros interessantíssimos e caríssimos na belíssima livraria Cultura. Já que estávamos lá, nada mais fácil do que nos acomodarmos no V. Café, certo?! Errado. Muito errado. Saibam que aquele é o point mais badalado em São Paulo nos fins de tarde... sábado, então, nem se fale! Tem de tudo um pouco: jornalistas, apresentadores, intelectuais, pseudo-intelectuais (desses, aos montes!), políticos, cidadãos comuns e pessoas-desavisadas-que-achavam-que-iam-tomar-um-café (adivinha quem??!!).
Geralmente, quem visita o Rio de Janeiro pela primeira vez traz consigo boas lembranças de lindas paisagens, do céu azul e ensolarado, do Cristo Redentor, do Pão-de-Açúcar. Eu não. Fui ao Rio pela primeira vez em 1986, era bem criancinha, e, ao contrário da maioria, guardo dolorosas lembranças de lá. Assalto? Tiroteio? Bala perdida? Nada! Nesse tempo nem existiam bandidos no Rio de Janeiro. Meu trauma fica por conta da comida!!
O Centro Velho de São Paulo reserva gratas surpresas, mesmo sendo barulhento com seus camelôs e pastores aos berros e o mar de gente apressada circulando sem olhar para os lados pelas estreitas ruas. Quando se anda por aqueles lados, do Largo de São Bento ao Teatro Municipal, com um pouco mais de paciência, atenção e boa vontade, é possível se encantar com as lindas construções e o doce charme do passado de uma cidade.
Podem chamar do que quiser, mas no fim/início de cada ano sou tomada por uma onda avassaladora de otimismo que me faz achar que tuuuuuudo vai dar certo. E me parece que a energia geral é essa. Noto que as pessoas ficam mesmo mais esperançosas, felizes e dispostas a promover mudanças. Reveillon pra mim é marco de mudança, de fim e começo de ciclo. Tempo de repensar, replanejar e recarregar as energias positivas pra os próximos dias que virão! E tudo, tudo, tudo que possa contribuir para que as coisas corram bem são bem vindas!! Nessa passagem de ano confesso e admito que estava particularmente supersticiosa!
Acho incrível o talento que algumas pessoas têm em complicar as coisas mais simples da vida. Quem costuma ler sobre gastronomia já deve ter reparado que a última moda em termos de bebidas é se elas harmonizam com o prato servido. Sou do tempo que a bebida combinava ou não! Mas, moda é moda e cai em suas armadilhas quem quer. Sou a favor de seguir a intuição... eu e o Bigode, um legítimo dono de boteco!