domingo, 22 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
Café do Pateo no Pateo do Colégio
sábado, 7 de março de 2009
Brigadeiro Catártico!!
Nada é tão bom que não possa ser melhorado!
Etapa 1: o trivial
1 e 1/2 colher de sobremesa de chocolate em pó (se preferir um doce não tãããão doce, use cacau em pó, que não tem açúcar, mas na falta de um ou de outro, vá de Toddy, Nescau, Quick...)
Etapa 2: o perfume, o aroma, o princípio da catarse
2 ou 3 pitadinhas de café solúvel
domingo, 1 de março de 2009
O cérebro, o coração e a boquinha nervosa*
Comida e emoção têm uma relação muito estreita. Seja no preparo ou na degustação, o estado de espírito influencia diretamente o resultado. Ainda que a razão dê alguns pitacos, o coitado do cérebro é sumariamente posto de lado quando as emoções, ao sabor dos tuntuns do coração, resolvem ficar no comando das ações.*texto escrito por uma pessoa que está morrendo de culpa depois de ter comido uma panela de brigadeiro porque está ansiosa com as coisas da vida... Deus! Deus! Deus!
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Tic Tac: muito mais que uma simples pastilhinha de nada!
Tic Tac! Sou fã dessa balinha! São tão refrescantes, práticas, pequenas e melhor: tudo isso, em menos de 2 calorias*! Mas tem de ser a de menta. Particularmente não gosto de nenhum outro sabor: de laranja é sem graça, de cereja me dá dor de estômago (?) e 'tic tac extra-forte' deveria se chamar 'tic tac pimenta-do-reino'... demasiadamente forte! domingo, 15 de fevereiro de 2009
Top 5: soluções rápidas para problemas (quase) sem solução na cozinha
domingo, 8 de fevereiro de 2009
O menino, o sorvete... e o cahorro!
Dias quentíssimos de verão esses últimos. Lufadas quentes vêm de todas as direções. Andar na rua é penoso... e penas são tão quentes! As roupas são poucas, algumas praticamente nada. Os cachorros, para amenizar o calor, lançam suas línguas para fora da boca e quase arrastam-nas no chão. As pessoas até que gostariam de fazer o mesmo, mas como o chão é sujo e tal e tal, optam por arrastar suas línguas em geladinhos e refrescantes sorvetes!domingo, 1 de fevereiro de 2009
Cia Oriental
domingo, 25 de janeiro de 2009
A Hebe vem para o Jantar???!!!!!
Coisa natural no século XXI: naquela casa, ela, jornalista, passava quase o dia todo fora e ele, dono-de-casa, assumido e com orgulho, passava o dia às voltas com os 2345987 afazeres do lar. Por que não?! (...tem outro texto aí embaixo, ó!)
455 anos da São Paulo de Piratininga
E lá se vão 455 anos dessa São Paulo de Piratininga. Feliz Aniversário!
domingo, 18 de janeiro de 2009
Já que o verão chegou...
É sempre bom ter uma boa desculpa pra tudo nessa vida, não é mesmo?! Para aquela cervejinha na sexta-feira, a desculpa é que a semana foi muito estressante... ou foi muito boa... e por isso merecemos uma happy hour de leve! Para comermos aquele chocolate imenso a desculpa é uma ansiedade galopante que resolveu aparecer e só muito chocolate pode dar um jeito! Para sair da dieta, desculpas não faltam: estamos felizes demais, ou tristes demais, estamos com amigos, estamos sozinhos... e por aí vai! Bom mesmo é quando podemos usar uma desculpa para nos fazermos boas ações.domingo, 11 de janeiro de 2009
Bem-casados, muito bem casados... muitos bem-casados!
Quando a irmã de uma amiga estava planejando o casamento, me ofereci para fazer os bem-casados. Ela topou e eu... tremi na base: eram 240 bem-casados!! Nunca havia feito, mas como gosto de um bom desafio, encarei!
Faltando alguns dias para o grande dia, me enfurnei na cozinha e me pus a assar fôrmas e mais fôrmas de pão-de-ló... sempre pedindo à fada-dos-bolos-fofos que deixasse todos os meus bolos fofinhos. Fui atendida. Ufa! Depois de assados, os bolos foram cortados em quadradinhos iguais (...ou quase!), recheados com doce de leite (muito doce de leite!) e cobertos com açúcar de confeiteiro. Crendo que os doces em si seriam a parte mais trabalhosa, fiquei aliviada de pensar que só faltava embalar e decorar. Ai, ai, esse meu otimismo...
No dia seguinte, já embrulhados em celofane e crepom vezes 240, hora de decorar vezes 240. E dá-lhe fita e laço, fita e laço, fita e laço, fita e laço, fita e laço, fita e laço... vezes 240! Um picotezinho nas pernas dos laços vezes 240. Mini-micro-florzinha-seca em cima de cada laço vezes 240. Cartõezinhos desejando felicidades ao casal vezes 240. A certa altura, achei que meus bem-casados estavam se multiplicando em progressão geométrica só pra me sacanear... eu não terminava nunca!!!! Mas foi só impressão... às 4 horas da manhã da sexta para o sábado, lá estavam eles: 240 bem-casados prontos!
Se a lenda diz que os bem-casados dão sorte, acho que esses darão sorte e felicidade em dobro já que foram feitos com extremos carinho e dedicação!
Felicidades ao casal e às 240 pessoas que degustaram meus bem-casadinhos!! Eeeeeeeeba!
domingo, 4 de janeiro de 2009
Receitas antiqüíssimas feitas com lingüiça no liqüidificador!
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Feliz Ano Novo!! Feliz Sorte Nova!
Ela nunca foi muito de superstições: acha gatos pretos o supra-sumo da elegância, acredita que o maior risco de passar sob uma escada é que uma ferramenta pode cair na sua cabeça, 13 é só um número depois do 12 e antes do 14 e por aí vai. Sempre viveu bem assim, ainda que os amigos fizessem toc-toc-toc na madeira todas as vezes que sua mão bobíssima deixava um espelho cair no chão! Azar, zica, má-sorte... bobagens, só isso!Certo dia, ao examinar seu extrato, percebeu que um valor diferente aparecera... eram R$ 5mil. Noooooossa! Levou um susto e pensou nas lindinhas lentilhas. Quase infartou quando viu que aquele valor havia sido debitado de sua conta. Correu chorando pro gerente para ouvi-lo dizer que seu cartão, muito provavelmente, havia sido clonado e que o processo de estorno levaria duas vidas e meia para ser concluído. Ficou arrasada, mas, otimista, pensou na velha máxima: depois da tempestade vem a bonança. No caso dela, esse primeiro episódio foi só uma garoinha.
Resolveu fazer um investimento seguro, algo concreto: um carro zero. Para não correr riscos, pesquisou, pesquisou e pesquisou. Achou um carro perfeito: excelente custo-benefício, seguro barato e de quebra, ganharia um descontinhinhinhinho pagando à vista! Raspou a poupança. Negócio fechado! No dia seguinte, o governo anunciou o corte do IPI... seu carro de um dia para o outro ficou R$2500 mais barato! E não foi só isso, semana passada, seu carrinho zerinho foi convocado para um recall... parece que esqueceram de colocar o motor no carro... ou qualquer coisinha assim.
Até agora, ela fez a quina da mega e achou uma raspadinha premiada no fundo da bolsa... e é só 1° de janeiro!
Moral da história: mais vale um caranguejo-manco na bolsa do que um prato de lentilhas voando... ou algo assim!
domingo, 28 de dezembro de 2008
Não deixe para 2009 o que se pode fazer ainda em 2008!!
As receitas tradicionais de rabanada "recomendam" fritura em imersão, ou seja, pega-se um pedaço de pão, embebido em leite e ovo, e joga-o num balde óleo... o resultado?! Uma esponja que sugou todo o óleo da frigideira e irá destruir o pobre fígado que estiver pela frente! Ui! Em casa, seguindo a tradição de nunca seguir uma receita à risca, há uma versão "grelhada" de rabanada! Para deixá-la mais personalizada, dei um toque especial! Vejam:
3/4 de xícara de chá de leite (desnatado)
1 colher de sopa de leite condensado (desnatado)
2 colheres de sopa de coco ralado (desengordurado e sem açúcar)
Em um prato, misture o leite, o leite condensado, o coco e duas ou três gotas da essência de amêndoas (é pouquinho mesmo... a essência de amêndoas é perigosamente forte e aromática, por isso, deve ser usada com parcimônia!). Reserve. Em outro prato, quebre o ovo(...como se sabe, é a gema a parte mais calórica do ovo, por isso, caso queira, com a ajuda de uma colher, retire metade dela e despache em água corrente!), polvilhe uma nuvem de canela em pó (traduzindo para medidas convencionais: aproximadamente 1/2 colher de café!) e acrescente o açúcar ou adoçante culinário, bata bem com um garfo e reserve. Pegue uma fatia do pão e umedeça-o, dos dois lados, na mistura de leite, tomando o cuidado de não se esquecer da vida e deixar o pão sugar a mistura toda! Coloque num prato à parte. Repita o processo com as demais fatias. Caso o coco não tenha grudado nas fatias, vá colocando uma porçãozinha em cada uma delas com o auxílio de uma colher. Em seguida, passe, uma a uma, as fatias pela mistura de ovo. Essa passada deve ser rápida, para deixar uma camada fina, não deixa o pão descansar no ovo, lembrando que a receita é de rabanada, não de omelete de pão! Feito isso com todas as fatias, hora de "grelhar"! Para tal, apenas unte, com um tiquinho de óleo (tiquinho=uma colher de café), uma frigideira antiaderente (que ainda seja antiaderente!) e leve ao fogo. Quando a frigideira estiver quente, acomode as rabanadas e doure-as em fogo baixo por mais ou menos 2 minutos. Levante a beirinha de uma delas para ver se está da cor de seu agrado, se estiver, vá virando, uma a uma e espere dourar do outro lado pelo mesmo tempo. Quando estiverem prontas, coloque num prato e polvilhe com canela e açúcar cristal. Pronto! Parece que dá trabalho, mas não dá, além disso, ficam deliciosas! A essência de amêndoa deixa um perfume divino e o coco dá um toque diferente. Ficam crocantes por fora e molhadinhas e macias por dentro (...além de lindíssimas: olha a foto delas ali em cima!). Acompanhamento perfeito para aquele café fresquinho, cheiroso e gostoso!
domingo, 21 de dezembro de 2008
Feliz Gula Sazonal!
E lá vem o Natal! Nessa época, há tanto o que pensar, fazer, visitar, comprar e comer que o motivo da festa, se vacilar, acaba virando mero pano de fundo. O fim de ano é uma desculpa perfeita para alguns exageros, mas consumismo, hipocrisia e amnésia à parte, falemos da gula, o pecado capital oficial das festas dezembrinas.*que começa hoje... embora eu esteja batendo o queixo de frio em SP...
domingo, 14 de dezembro de 2008
Nova idade, velhos hábitos!
O bolo de aniversário feito em casa é lei, desde o primeiro ano! Aniversário tem de ter bolo, velas e pedido. A diferença é que nos últimos anos quem faz meu bolo sou eu mesma, com todo amor, carinho, chocolate e doce de leite que uma pessoa é capaz.
Quando era criança, enquanto minha mãe preparava o bolo, eu e minha irmã ficávamos penduradas nela esperando para lamber a tigela e a espátula da batedeira. Havia uma regra: a aniversariante do dia tinha a preferência pela tigela, a espátula sobrava para a outra. O mesmo valia para a panela e colher do recheio e cobertura. Depois de crescidas, com mais idade, é óbvio que isso mudou: a aniversariante tem preferência total em tudo e não divide nada com ninguém!! O mais incrível nisso é que a massa crua, raspadinha até a última manchinha, continua deliciosa.
A lata de leite condensado: o sonho de consumo, a cobiça maior, a delícia das delícias! Para não dar briga, minha mãe dava a lata para a aniversariante e uma colherinha para a não-aniversariante. Mas, ainda que a colher pudesse ter mais do doce, a lata sempre era a mais saborosa porque havia a aventura de enfiar o dedo naquela lata cheia de rebarbas cortantes, o acúmulo nos cantinhos, a lambida na tampa e a mãe com o coração na boca, dando bronca e morrendo de medo de que cortássemos um dedo fora ou perdêssemos a língua por causa de um restinho! Ontem, não era uma, eram duas latas de leite condensado para me lambusar, mas como a mãe não estava perto para me alertar... acabei arrancando um naco do meu dedo numa rebarba-assassina! Ri de mim mesma pela traquinagem e terminei o bolo de band-aid no dedo!
Os anos passam e ainda acho maravilhoso poder comemorar, celebrar a vida, rever a própria história, me reconhecer nos hábitos... poder escolher o sabor do meu bolo e poder lamber tudo, sem broncas, embora com um pouquinho de culpa, afinal, até o bolo ser cortado, já consumi umas 250mil calorias extras, além de ter corrido o risco consciente de pegar uma intoxicação por salmonela pelo ovo cru da massa! Feliz da vida, feliz pela vida, mais um ano. Os hábitos são velhos, mas a idade, ah, essa é novinha em folha! Feliz aniversário pra miiiiiiiiiiiim!
sábado, 6 de dezembro de 2008
Lichia...lichia...li-chi-a...lichiiiiia!
Lichia! A sonoridade do nome anuncia algo exótico, algo leve e delicado. Olhando essa fruta por fora, fica difícil acreditar que, por dentro de uma casca tão rude, haja uma polpa tão suave. Ai, ai, a Natureza e seus caprichos! domingo, 30 de novembro de 2008
Cenário
domingo, 23 de novembro de 2008
Pão Caseiro: eu faço, faço sim!
Só está faltando a receita, pois não?!
Esta é uma receita básica e pode ser variada conforme o gosto do padeiro de ocasião (vou colocar minhas variações entre parênteses). Ela é muito prática e pula algumas etapas (a tal da biga!)que fariam o Olivier Anquier dar um gritinho de "uh la la", mas dá super certo... é a minha receita (adaptada da receita da minha mamãe):
Numa tigela bem grande (acredite, a massa cresce!), misture os ovos, o açúcar, a margarina e o sal (se for fazer integral, adicione as sementes... agora!). Vá acrescentando o leite morno (a temperatura ideal é a mesma da mamadeira do bebê... se não tiver filhos... não precisa desistir ou ter um só pra fazer o pão... teste a temperatura colocando o dedo e sentindo que não queima!). À parte, misture o fermento em uma xícara de farinha e reserve (o fermento não pode ir diretamente no líquido, ok?!). Adicione, uma a uma, três xícaras de farinha no líquido (se tiver frescurinha, pode utilizar uma colher para misturar). Só então, acrescente a mistura de farinha e fermento na massa. Vá, aos poucos, adicionando a farinha restante. A quantidade irá variar de acordo com o tamanho dos ovos* e a temperatura ambiente. O ponto será quando a massa estiver elástica e começando a soltar da mão (ou da colher, no caso de frescurinha!). Não se desespere colocando muita farinha, pois é preciso que a massa esteja úmida para que cresça com mais facilidade. Cubra a tigela com um plástico (deixe espaço entre a massa e o plástico) e alguns panos de prato (uso uns 5 e se o tempo estiver frio, enrolo num cobertor! Sério!) e proteja seu bebê de todo e qualquer trisco de corrente de ar. Deixe crescer por uma hora, mais ou menos (o tempo varia conforme a temperatura ambiente, quanto mais frio, mais tempo). Após o crescimento, numa bancada enfarinhada, sove a massa (sovar não é surrar! Amasse com energia e delicadeza), polvilhando mais farinha, se necessário, para facilitar a tarefa! Se gostar, polvilhe canela em pó para dar ainda mais sabor. Modele os pães (as tranças ficam lindas, mas se for pedir demais, as bolinhas ou o filão já bastam!), coloque numa assadeira untada (pra evitar a fadiga) e deixe descansar por mais 30 minutos (protegido de correntes de ar... recomendo que coloque no forno ainda desligado, lá ele estará seguro!). Após esse tempo, ligue o forno em temperatura média e deixe assar por aproximadamente 25 minutos, a cor do seu pão é você quem decide! Rende três tranças grandes. Enquanto espera, já sabe: coe aquele cafézinho espertíssimo! Depois é só se deliciar! Ah! se for congelar, deixe o pão esfriar sobre uma grade, fatie (se for uma trança ou filão, caso contrário irá precisar de uma moto-serra para fatiá-lo congelado!), coloque num saco plástico limpo e coloque no freezer. Para descongelar, retire as fatias que for consumir e coloque diretamente na torradeira ou no forno ou no prosaico tostex!
Não é por nada, não, mas fica divino, viu?! Não tenham medo da massa! Lembrem-se: é fazendo que se aprende!
*a saga dos ovos: http://claraemneve.blogspot.com/2008/02/uma-receita-da-minha-me.html
PS: essa beleza da foto é de minha autoria! rã-rã!




