domingo, 27 de novembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
O fantasma que não gostava de abobrinha
domingo, 16 de outubro de 2011
Dica para momentos de emergência
CSI Pudim - investigação criminal!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Super/Hiper (des)necessidades
Aaaaah, foram-se os tempos quando se ia ao empório secos e molhados* para comprar uma caixa de fósforos e voltava-se de lá apenas com a necessária caixinha. Talvez porque um balcão separava os clientes das mercadorias.
O tempo foi passando e alguém teve a brilhante ideia de tirar o balcão, permitindo que os próprios clientes escolhessem aquilo de que necessitavam. Eis aí a chave de tudo: necessidade!
Estava dona Mariquinha na venda para comprar a caixa de palitos de fósforo, mas, circulando pelas prateleiras, lembrou-se de que também precisava de açúcar, mais adiante... vejam só: batatas! Ela também precisava de batatas! Assim, uma caixa de fósforos ganha companhias.
Mais algumas décadas adiante, as ideias brilhantes foram ganhando ainda mais brilho. E assim surgiram os supermercados. Super! Amplos, diversos, esses estabelecimentos concentravam praticamente tudo que era necessário para manter uma casa: alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal. Claro que, com a diversidade de opções, a ida mensal ao super nunca mais se limitaria à caixa de fósforos (que, inclusive, nesse meio tempo, praticamente caiu em desuso!).
Ao longo dos anos, os superes (!) multiplicaram-se e já não ficavam mais tão longe de casa. Isso passou a viabilizar passadinhas mais frequentes que não apenas aquela mensal. Embora ainda houvesse a limitação financeira da esmagadora maioria (lá pelos anos 80, com inflação de 2000% ao ano!!**), quem resistiria àquele pacote de biscoito ou àquela lata de leite condensado (um luxo para época!) que não estavam na lista?
Fato é que os donos de super*** foram percebendo que o passeio pelas prateleiras suscitava ideias e desejos inconscientes. Assim, colocar as latas de massa de tomate ao lado das embalagens de macarrão era uma questão não apenas de praticidade, mas talvez houvesse a intenção de despertar na pessoa a vontade de comer macarronada, ainda que o intento original fosse apenas comprar um pacotinho de macarrão para deixar na despensa. Daí... já que vai fazer, faz direito: leva também o queijo ralado, a azeitona, o orégano e a carne moída pro bolonhesa! Assim, a compra de um item vira a de pelo menos seis!
Uma ideia boa dessas (para os donos de super, claro!) poderia ser aprimorada, pois não?! E foi. E como foi! O super cresceu e virou hiper! Versão master-blaster dos supermercados que contemplam tudo, tudo, absolutamente tudo que uma pessoa pode precisar (ou não) e imaginar! Além dos prosaicos alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal, num hiper você também encontra toda sorte de eletrodomésticos (incluindo itens de informática), além de livros, Cds, DVDs, móveis (incluindo os para jardim!), também todos os itens do vestuário, das roupas de baixo aos acessórios. Precisando de pneus novos para seu carro! Aproveite que vai comprar pão e compre também os pneus! Se quiser, também pode levar o óleo lubrificante (e o de cozinha!), o aromatizador e aquela chave de roda que anda precisando há tempos!
Um hiper torna praticamente impossível a compra de um único item! Se a passagem por lá for num momento de fome... piorou! Já reparam no corredor polonês de consumo na fila do caixa?! Você nem estava pensando nisso, mas de repente, quando vai ver, já está abraçando um pacote de salgadinho, um tablete de chocolate, um de chiclete e ainda espia a manchete da revista de fofoca. Pra completar, pega uma escova de dente, um creme hidratante e pilhas palito. Um perigo para o bolso de qualquer um!
- Amor, o sal acabou, corre lá no mercado rapidinho pra miiiiiiim?!
- Só pra isso?!
- (olhos do Gato de Botas do Shrek)
- Tá bom...
(uma hora depois)
- Que demora, amor!
- Pois é, a fila do crediário estava enorme!
- Você comprou um pacote de sal em quantas vezes?
- 24!
- VOCÊ PARCELOU NO CREDIÁRIO UM PACOTE DE SAL????
- Isso! Aproveitei que parcelei o home theater e incluí o sal!
***leia-se: gigantescas equipes de marketing!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Enchendo Linguística (muito além da sopa de letrinhas!)
Querem ver como a Linguística foi parar na cozinha?
Há muito tempo atrás (nem tanto quanto estão pensando), ainda na graduação, em uma palestra, a professora Elisa Guimarães, uma fofura de senhora, falava sobre a importância da adequação na comunicação. Para exemplificar, lembrou de um episódio quando, na casa de uma amiga, a empregada dela, da amiga, serviu um café num bule de prata, em xícaras lindíssimas... serviço muito sofisticado... tanto que não pôde deixar de comentar: ‘Nossa! Que café mais requintado!’. Um elogio, certo?! Não para a empregada que respondeu prontamente e meio embravecida: ‘Não é requentando, não senhora! O café está fresquinho!’. Ah-rá!
De quem foi o erro?! Da professora! Erro, aliás, assumido pela própria professora que entendeu que não pôs em uso o princípio da adequação. Muito humilde, a empregada provavelmente nunca havia ouvido a palavra ‘requintado’ e imediatamente associou a uma que era de seu conhecimento ‘requentado’, que, por sinal, casa-se mais facilmente com café, pois não?!
Não sei quanto a vocês, mas questões desse tipo me fascinam!!
Nessa mesma linha lembro-me de uma história que ouço desde criança – e não sei, sinceramente, se trata-se de causo do tipo verdadeiro ou do tipo causo mesmo. Era assim: um rapaz, daqueles que comem sardinha, mas arrotam caviar, em visita a uma casa muito... requintada... fazia grande esforço para parecer sofisticado. Saiu-se muito bem durante toda a tarde concordando com tudo para evitar ter de emitir opiniões contrárias sobre assuntos que não tinha a mais vaga ideia do que se tratavam. A visita já caminhava para o fim quando a anfitriã educadamente disse: ‘Já vai?! Fique mais um pouco. Toma um cafezinho conosco?’; ele, no único momento de naturalidade da tarde, considerando poder fazer descer sua máscara de rapaz da elite, não titubeou: ‘O café eu vou recusar, mas se a senhora puder embrulhar uns conosquinhos pra viagem, eu agradeço!’. Nesse caso, a coitada da anfitriã não poderia supor que estava sendo inadequada, posto que seu convidado pareceu, o tempo todo, partilhar do mesmo universo linguístico.
A boa comunicação é uma arte, não é?!
Conflitos de entendimento, geralmente, acontecem quando círculos diferentes, que não partilham do mesmo universo linguístico, se misturam. Caso infalível?! Bar-clientes-garçons. Eis um ambiente interessantíssimo para analisar a adequação. Isso porque prevalece o interesse maior do cliente em se fazer entender:
- Ô, Grande!
- Fala, Chefia!
- A gente vai de tequila.
- Opa! Quantas?!
- Uma pra cada, pra começar... então... 8!
- Ó, posso falar?! Por que vocês não fecham uma garrafa?!
- Boa! Fechado!
- Saindo!
Chamando o garçom de ‘Grande’ já se estabelece uma relação de proximidade, muito importante num bar lotado. Adiantaria dizer ‘A nossa opção de degustação alcoólica para tão aprazível noite primaveril é a típica bebida mexicana’? Na metade da frase o ‘Grande’ já teria ido atender outra mesa cujos clientes pretendiam fazer o pedido de maneira mais direta, sem enigmas! Nessa informação, o que interessa é ‘tequila’. Dito e entendido, outra informação relevante seria a quantidade: 8. Ouvindo isso, o garçom, já amigão da mesa, faz uma proposta mais vantajosa ‘fechar a garrafa’. Oras, se num bar o garçom sugere fechar uma garrafa... quem seria o tolinho de achar que ele está propondo que todos parem de beber fechando a garrafa aberta?! Tanto cliente quanto garçom sabem que ‘fechar’ significa ‘comprar a garrafa fechada para aquele grupo’. De acordo com a proposta, o cliente logo diz ‘fechado!’, nesse caso, o negócio. O garçom fecha a negociação com um ‘saindo’... o garçom?! Não! O pedido!
Estão vendo como comunicar-se de maneira clara e adequada facilita a vida da gente até mesmo num boteco por aí?! Língua é isso: a gente usa e nem percebe!
domingo, 18 de setembro de 2011
História de um provérbio
*
domingo, 11 de setembro de 2011
Top 5 - Gostinho Estranho 2*
2º gosto de bambu - esse gosto conheci quando era criança e fui a um aniversário que servia, dentre outras comidinhas, um curioso espetinho de carne moída. Nunca havia visto nada parecido, mas, mais inusitada do que a habilidade de fazer a carne moída parar num espeto, foi o gosto que senti: bambu! Não sei se por conta das restrições orçamentárias, resolveram filetar o bambu do varal para economizar, fato é que o gosto do espeto transferiu-se totalmente para a carne e nunca mais me esqueci dessa combinação pouco harmoniosa;
5º gosto de banheiro - fechando com chave de ouro essa segunda rodada de gostos estranhos, o gosto de banheiro é, na minha opinião, um dos piores. Explico. Banheiro e cozinha são ambientes opostos, quase como céu e inferno. Não devem ficar perto um do outro. O que se faz em um, não se deve fazer no outro. Entretanto, por uma distração, uma inocente medida, vejam que ironia, uma medida de higiene faz com que tudo numa cozinha fique com gosto de banheiro. Adivinharam o quê?! Limpar a cozinha com desinfetante! Pior ainda se for aqueles desinfetantes de pinho (Pinho Sol, Pinho Bril e afins) cujo cheiro remete imediatamente a um banheiro - limpo, mas ainda assim, um banheiro! O cheiro costuma ser tão forte que acaba contaminando tudo no ambiente, assim, a maçã fica com gosto de pinho, o pão fica com gosto de pinho, os copos ficam com gosto de pinho... ou seja, tudo fica com gosto de banheiro!
* atendendo a pedidos, acrescento gostos estranhos que ficaram faltando na primeira parte. Agradecimentos especiais às queridas amigas que contribuíram com as dicas de gostinhos estranhos: obrigada! Querem saber quais são os outros? Leiam aqui: http://claraemneve.blogspot.com/2011/08/top-5-gostinho-estranho.html
domingo, 4 de setembro de 2011
Frangaria do Ex-Goleiro
domingo, 21 de agosto de 2011
A última Coca-Cola do deserto
* acho que sofro do mesmo distúrbio...
A Fada da Cozinha
sábado, 13 de agosto de 2011
Top 5 - Gostinho estranho
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
A semana e a cozinha
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Confissão difícil
- Cheguei!
- Você não ia chegar mais tarde?
- A reunião foi cancelada, daí quis fazer surpresa... fiz mal?
- Nã-nã-não... claro que não...
- Iiiih, tô te achando estranho, que que foi, heim?
- Nada!
- Hummm... não acreditei, mas vou fingir que acredito... vamos jantar?
- Estou sem fome...
- Já comeu?
- NÃO! Só não estou com fome, não quero jantar, não quero comer nada...
- Calma! Perguntei só pra saber, mas agora fiquei com a pulga atrás da orelha...
- Vai querer controlar minha fome?
- Não, não, longe de mim querer controlar sua fome, mas confesso que não estou entendendo bem essa sua reação. Você já jantou? Saiu com alguém pra jantar e não quer me dizer?
- Não saí pra jantar com ninguém...
- Então porque você está sem fome? Aliás, por que você está tão estranho?
- Eu não estou estranho, você é que tirou a hora pra implicar comigo...
- Não sei... estou com a sensação de que você está me escondendo alguma coisa...
- (...)
- Olha, seja lá o que for, meu amor, pode me contar... eu sei que pareço irracional de vez em quando, mas, acima de tudo, eu te amo e coloco esse amor acima de tudo...
- (...)
- Anda, pode falar... você teve uma aventura, não teve?
- (...)
- Fala, meu amor, você sabe que a pior verdade sempre dói menos do que a melhor mentira...
- Eu não queria...
- Eu sei... me conta... é aquela ninfetinha do escritório, não é? Eu sabia... ela nunca me enganou...
- Não, não é nada disso...
- Não? Quem é então? Alguma da academia?
- Não, não é nenhuma mulher...
- NÃO????? É homem? Você descobriu que é gay?
- NÃO! Não pira!
- Desculpa... mas se não é mulher, não é homem... bom, daí fico sem ideia...
- Eu queria ter te contado antes, mas eu sei que você não vai me entender...
- Entender o quê?
- Desde quando a gente se casou eu já gostava, sempre gostei...
- (Ai, meu Deus, não sei se quero saber...)
- ...mas sabia que você não gostava e sempre deixou isso muito claro... então eu achei melhor esconder...
- Drogas?
- Me deixa terminar, por favor...
- Desculpa! Continua...
- Então, sempre que podia, sempre que você viajava, ou ficava até mais tarde no trabalho, ou saia com as amigas... bom, daí eu aproveitava... (longo suspiro) Mas eu quero que você saiba que nunca foi fácil pra mim, porque eu não gosto de mentir pra você...
- Fala logo, pelamordeDeus!
- EU GOSTO DE MIOJO E COMO SEMPRE QUE POSSO!
- (catatônica)
- Eu escondo os pacotes numa gaveta no meu escritório e trago pra casa quando sei que você não vai estar... eu faço, como, lavo tudo e gaurdo antes que você chegue...
- Há quanto tempo?
- Desde quando nos casamos...
- Você gosta?
- Adoro.
- Como eu vou contar uma coisa dessas pra minha família? A nona... a nona vai morrer do coração...
- Mas é macarrão, também, amor...
- Não, por favor, não fala mais nada, eu preciso ficar sozinha...
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Uma banana para o jantar!
terça-feira, 28 de junho de 2011
Cupcakes!
Sim, temos um novo hit nas paradas. Não, não se trata de mais um hit musical de melodia grudenta, mas sim de um hit culinário: cupckes!
Uma padoquinha que se preze, das de bairro às super badaladas casas de pães, por mais que algumas resistam ao modismo, uma hora ou outra, lá estarão os bolinhos que mais parecem um enfeite de tão bonitinhos que são.
Há também outro lugar onde os cupcakes podem ser encontrados com facilidade: festas infantis! Já que estas sempre contam com rica decoração, os bolinhos acabam sendo um atrativo a mais, com a vantagem de que, além de enfeitar, também podem ser devorados com gosto!!
Os cupcakes dividem-se em 3 tipos básicos: 1) os bonitos; 2) os gostosos e 3) os bonitos E gostosos! Tudo depende da função, da quantidade e dos valor que se pretende gastar/investir. Se a ideia é basicamente dar um up na decoração, bastam que sejam bonitinhos, engraçadinhos e gostosinhos. Se o que se espera é uma experiência gastronômica, única, indescritível... invista em ingredientes diferenciados e requintados. Mas se além de fazer vista na decoração você pretende fazer gosto ao paladar: prepare-se para confeitar uma linda joia!
A receita do bolinho em si, não tem muito segredo e, na dúvida, faça aquela receita de bolo de costume e coloque para assar nas forminhas de papel. Um detalhe importante é usar forminhas de metal (daquelas que se assa pão de mel) para dar suporte às formas de papel - do contrário, seus cupcakes parecerão pequenos Aliens desformes!!
Outra dica fundamental para quem pretende se aventurar pelo maravilhoso mundo dos cupcakes é: nunca encha a forminha até a borda, senão, periga você ter de enfeitar sua festa com pequenos vulcõezinhos em erupção! Aconselho fazer um teste de crescimento: encha uma forminha pela metade e outra faltando um dedinho pra encher, leve ao forno e veja qual fica mais bonito, afinal, nesse caso, beleza se põe à mesa!! Lembre-se de que o bolinho não deve ficar muuuuito alto, senão, depois de decorados, eles chegarão ao teto!
Recheios e coberturas! Se a prioridade for a fina estampa dos bolinhos, o recheio pode ser o mesmo usado na cobertura: chantilly, butter cream, glacê real, ganache, doce de leite, brigadeiro. Alerto apenas para o fato de que os dois primeiros não resistem ao calor (periga dar piriri no pessoal!), o glacê real já resiste melhor e dá mais ou menos o mesmo efeito do chantilly, com a vantagem de que é (bem) mais light! O ganache e o doce de leite são firmes e fortes, ideiais para dias mais quentes, mas, porém, todavia, no entanto, são mais caros, então, se a ideia é fazer uma grande quantidade a baixo custo, esses dois não são opção. Contudo, se a opção for belezura e gostosura, acertar-se-á na mosca com esses dois (inclusive combinandos!). Já o brigadeiro, bom, não permite grandes viagens no confeitar, mas brigadeiro é tão bom que chega a ser bonito! Além disso, todas essas opções de cobertura aderem muito bem aqueles confeitos coloridinhos que dão um charme a mais no resultado final.
Ficou entusiasmada/o? Quer fazer e não sabe como? Eu dou uma forcinha. Segue uma receitinha báááásica do bolinho e de glacê real (esse, simplesmente não tem como errar!):
Bolo
2 ovos;
1 xícara + 1 colher de sopa de açúcar peneirada;
4 colheres de sopa de margarina sem sal;
5 colheres de sopa de leite;
½ colher de chá de essência de sua preferência (não quer arriscar? use a de baunilha!);
1 xícara e ½ de farinha de trigo peneirada;
1 colher de chá de fermento em pó.
Bata as gemas, o açúcar e a margarina até formar um creminho claro e homogêneo. Acrescente o leite e a essência. Aos poucos, vá incorporando a farinha de trigo. Na última leva de farinha de trigo, acrescente também o fermento em pó e misture delicadamente (lembrando que o fermento em pó não é dado a grandes surras... seja gentil!). Por último, e com ainda mais delicadeza, incorpore as claras em neve (é essa maravilha que irá conferir fofura a seus bolinhos). Coloque nas forminhas, seguindo as dicas dadas lá em cima. Leve para assar em forno médio por aproximadamente 15 minutos 9varia muito de forno pra forno... aconselho espetar um palitinho de dente quando o bolinho estiver douradinho). Rende aproximadamente 20 bolinhos (depende do tamanho da forminha que você irá usar).
Glacê Real
150 gramas de açúcar peneirado;
110 ml de água gelada;
1 colher de sopa de emulsificante (usado para fabricar sorvete e encontrado em lojas de sorveteiros e materiais para festas);
1 colher de sobremesa de essência da sua preferência;
1 colher de chá de corante alimentício (de preferência que combine com o sabor... pra não virar o sambadocrioulodoido).
Junte os 3 primeiros ingredientes e bata na batedeira em velocidade máxima até pelo menos quadruplicar de volume (sim! rende muuuito). Acrescente os 2 últimos e bata por mais 1 minuto aproximadamente. Tã-nam! Não tem como errar. Confeite com a ajuda de uma manga para confeitar.
Dica master-blaster: tendo em vista que esse glacê rende muito, sugiro, ao final da primeira etapa, dividir o conteúdo da batedeira em 2 ou 3 tigelas diferentes e acrescentar sabores e essências diferentes. Em festinhas infantis, quanto mais diversidade de cor e sabor, melhor!
Para colocar o recheio escolhido, com a ajuda de uma faquinha de ponta, retire um conezinho do bolinho. Recheie (fica mais fácil com uma manga para confeitar também!). Corte metade do conezinho de bolo (no sentido da altura) e recoloque a tampinha para fechar o recheio.
Sem ideias para enfeitar?! Google imagens, minha gente! Dúvidas? Angústias? Me mande um e-mail, na medida do possível, posso ajudar.












