segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
O diabo veste Prada, mas come o quê?!
domingo, 29 de janeiro de 2012
Sintomas
domingo, 22 de janeiro de 2012
Pão acordado!
domingo, 15 de janeiro de 2012
Temporada Ouro Preto: O Sótão (pra não dizer que não avisei!)
domingo, 1 de janeiro de 2012
Temporada Ouro Preto: onde comer e beber
Café Chopp Real
Sanduich Brasil
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No próximo domingo, para fechar a Temporada Ouro Preto, a experiência mais bizarra!!! Imperdível!
domingo, 4 de dezembro de 2011
Temporada Ouro Preto: Cafés!
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Se por um lado ao café em si não impressiona, no quesito ambiente, os três cafés de Ouro Preto que conheci empatam com honrosa nota 10!
A Cafeteria e Livraria Cultural fica no prédio da FIEMG (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), na Praça Tiradentes (à esquerda do Museu da Inconfidência). O ambiente é amplo e claro. O atendimento... hummm... lento e meio arrogante. Mas, depois de horas de subida e descida de ladeiras e mais ladeiras, é um lugar agradável para molhar a garganta e jogar conversa fora (aliás, o que mais se faz em Ouro Preto!!!). Ah, uma dica legal desse café são as latas decoradas de biscoito (bolachinha!) amanteigado (a!) com paisagens de Ouro Preto. Um mimo bem fofo para guardar de lembraça ou para presentear. Não é o único lugar que vende, mas é o mais barato! O café, bom, só para manter o nível de cafeína estável no sangue.
O segundo:O terceiro:
Se o charme antiguinho costuma ser a opção de 9 entre 10 lojas em Ouro Preto, essa não foi a escolha do dono do Café Biscoito! O simpático bahiano, estudante de história da arte barroca, imprimiu um ar jovem e descontraído ao ambiente. De um lado, altas prateleiras com os tais biscoitos (de-li-ci-o-sooooooooooooos), disponíveis em saquinhos ou lindas caixinhas e do outro, um painel com inúmersas gravuras. O café... o melhor dos três! Há opções bem interessantes de cafés aromatizados. Provei o de anis: adorei! O cardápio ainda oferece cervejas artesanais. O inconveniente fica por conta da localização: ladeira abaixo! Depois da feirinha de pedra sabão, à esquerda, olhe para a ladeira mais íngrime de todas... é ela que será descida!!! Bom para quem está hospedado no Hotel Luxor, porque o Café Biscoito fica pertinho. Para quem está subindo a ladeira, essa é uma parada mais do que estratégica para reunir forças para chegar ao topo da ladeira!
Estão aí as dicas! Ah, sim, uma curiosidade comum aos três cafés: NENHUM DELES TINHA PÃO DE QUEIJO!!!!!!! Chocante, não?! Pois é... no primeiro e no terceiro cafés, as casas não oferecem a tão mineira iguaria e no segundo, 'tinha, mas acabou!'.
domingo, 27 de novembro de 2011
Temporada Ouro Preto: Chalet dos Caldos
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
O fantasma que não gostava de abobrinha
domingo, 16 de outubro de 2011
Dica para momentos de emergência
CSI Pudim - investigação criminal!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Super/Hiper (des)necessidades
Aaaaah, foram-se os tempos quando se ia ao empório secos e molhados* para comprar uma caixa de fósforos e voltava-se de lá apenas com a necessária caixinha. Talvez porque um balcão separava os clientes das mercadorias.
O tempo foi passando e alguém teve a brilhante ideia de tirar o balcão, permitindo que os próprios clientes escolhessem aquilo de que necessitavam. Eis aí a chave de tudo: necessidade!
Estava dona Mariquinha na venda para comprar a caixa de palitos de fósforo, mas, circulando pelas prateleiras, lembrou-se de que também precisava de açúcar, mais adiante... vejam só: batatas! Ela também precisava de batatas! Assim, uma caixa de fósforos ganha companhias.
Mais algumas décadas adiante, as ideias brilhantes foram ganhando ainda mais brilho. E assim surgiram os supermercados. Super! Amplos, diversos, esses estabelecimentos concentravam praticamente tudo que era necessário para manter uma casa: alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal. Claro que, com a diversidade de opções, a ida mensal ao super nunca mais se limitaria à caixa de fósforos (que, inclusive, nesse meio tempo, praticamente caiu em desuso!).
Ao longo dos anos, os superes (!) multiplicaram-se e já não ficavam mais tão longe de casa. Isso passou a viabilizar passadinhas mais frequentes que não apenas aquela mensal. Embora ainda houvesse a limitação financeira da esmagadora maioria (lá pelos anos 80, com inflação de 2000% ao ano!!**), quem resistiria àquele pacote de biscoito ou àquela lata de leite condensado (um luxo para época!) que não estavam na lista?
Fato é que os donos de super*** foram percebendo que o passeio pelas prateleiras suscitava ideias e desejos inconscientes. Assim, colocar as latas de massa de tomate ao lado das embalagens de macarrão era uma questão não apenas de praticidade, mas talvez houvesse a intenção de despertar na pessoa a vontade de comer macarronada, ainda que o intento original fosse apenas comprar um pacotinho de macarrão para deixar na despensa. Daí... já que vai fazer, faz direito: leva também o queijo ralado, a azeitona, o orégano e a carne moída pro bolonhesa! Assim, a compra de um item vira a de pelo menos seis!
Uma ideia boa dessas (para os donos de super, claro!) poderia ser aprimorada, pois não?! E foi. E como foi! O super cresceu e virou hiper! Versão master-blaster dos supermercados que contemplam tudo, tudo, absolutamente tudo que uma pessoa pode precisar (ou não) e imaginar! Além dos prosaicos alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal, num hiper você também encontra toda sorte de eletrodomésticos (incluindo itens de informática), além de livros, Cds, DVDs, móveis (incluindo os para jardim!), também todos os itens do vestuário, das roupas de baixo aos acessórios. Precisando de pneus novos para seu carro! Aproveite que vai comprar pão e compre também os pneus! Se quiser, também pode levar o óleo lubrificante (e o de cozinha!), o aromatizador e aquela chave de roda que anda precisando há tempos!
Um hiper torna praticamente impossível a compra de um único item! Se a passagem por lá for num momento de fome... piorou! Já reparam no corredor polonês de consumo na fila do caixa?! Você nem estava pensando nisso, mas de repente, quando vai ver, já está abraçando um pacote de salgadinho, um tablete de chocolate, um de chiclete e ainda espia a manchete da revista de fofoca. Pra completar, pega uma escova de dente, um creme hidratante e pilhas palito. Um perigo para o bolso de qualquer um!
- Amor, o sal acabou, corre lá no mercado rapidinho pra miiiiiiim?!
- Só pra isso?!
- (olhos do Gato de Botas do Shrek)
- Tá bom...
(uma hora depois)
- Que demora, amor!
- Pois é, a fila do crediário estava enorme!
- Você comprou um pacote de sal em quantas vezes?
- 24!
- VOCÊ PARCELOU NO CREDIÁRIO UM PACOTE DE SAL????
- Isso! Aproveitei que parcelei o home theater e incluí o sal!
***leia-se: gigantescas equipes de marketing!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Enchendo Linguística (muito além da sopa de letrinhas!)
Querem ver como a Linguística foi parar na cozinha?
Há muito tempo atrás (nem tanto quanto estão pensando), ainda na graduação, em uma palestra, a professora Elisa Guimarães, uma fofura de senhora, falava sobre a importância da adequação na comunicação. Para exemplificar, lembrou de um episódio quando, na casa de uma amiga, a empregada dela, da amiga, serviu um café num bule de prata, em xícaras lindíssimas... serviço muito sofisticado... tanto que não pôde deixar de comentar: ‘Nossa! Que café mais requintado!’. Um elogio, certo?! Não para a empregada que respondeu prontamente e meio embravecida: ‘Não é requentando, não senhora! O café está fresquinho!’. Ah-rá!
De quem foi o erro?! Da professora! Erro, aliás, assumido pela própria professora que entendeu que não pôs em uso o princípio da adequação. Muito humilde, a empregada provavelmente nunca havia ouvido a palavra ‘requintado’ e imediatamente associou a uma que era de seu conhecimento ‘requentado’, que, por sinal, casa-se mais facilmente com café, pois não?!
Não sei quanto a vocês, mas questões desse tipo me fascinam!!
Nessa mesma linha lembro-me de uma história que ouço desde criança – e não sei, sinceramente, se trata-se de causo do tipo verdadeiro ou do tipo causo mesmo. Era assim: um rapaz, daqueles que comem sardinha, mas arrotam caviar, em visita a uma casa muito... requintada... fazia grande esforço para parecer sofisticado. Saiu-se muito bem durante toda a tarde concordando com tudo para evitar ter de emitir opiniões contrárias sobre assuntos que não tinha a mais vaga ideia do que se tratavam. A visita já caminhava para o fim quando a anfitriã educadamente disse: ‘Já vai?! Fique mais um pouco. Toma um cafezinho conosco?’; ele, no único momento de naturalidade da tarde, considerando poder fazer descer sua máscara de rapaz da elite, não titubeou: ‘O café eu vou recusar, mas se a senhora puder embrulhar uns conosquinhos pra viagem, eu agradeço!’. Nesse caso, a coitada da anfitriã não poderia supor que estava sendo inadequada, posto que seu convidado pareceu, o tempo todo, partilhar do mesmo universo linguístico.
A boa comunicação é uma arte, não é?!
Conflitos de entendimento, geralmente, acontecem quando círculos diferentes, que não partilham do mesmo universo linguístico, se misturam. Caso infalível?! Bar-clientes-garçons. Eis um ambiente interessantíssimo para analisar a adequação. Isso porque prevalece o interesse maior do cliente em se fazer entender:
- Ô, Grande!
- Fala, Chefia!
- A gente vai de tequila.
- Opa! Quantas?!
- Uma pra cada, pra começar... então... 8!
- Ó, posso falar?! Por que vocês não fecham uma garrafa?!
- Boa! Fechado!
- Saindo!
Chamando o garçom de ‘Grande’ já se estabelece uma relação de proximidade, muito importante num bar lotado. Adiantaria dizer ‘A nossa opção de degustação alcoólica para tão aprazível noite primaveril é a típica bebida mexicana’? Na metade da frase o ‘Grande’ já teria ido atender outra mesa cujos clientes pretendiam fazer o pedido de maneira mais direta, sem enigmas! Nessa informação, o que interessa é ‘tequila’. Dito e entendido, outra informação relevante seria a quantidade: 8. Ouvindo isso, o garçom, já amigão da mesa, faz uma proposta mais vantajosa ‘fechar a garrafa’. Oras, se num bar o garçom sugere fechar uma garrafa... quem seria o tolinho de achar que ele está propondo que todos parem de beber fechando a garrafa aberta?! Tanto cliente quanto garçom sabem que ‘fechar’ significa ‘comprar a garrafa fechada para aquele grupo’. De acordo com a proposta, o cliente logo diz ‘fechado!’, nesse caso, o negócio. O garçom fecha a negociação com um ‘saindo’... o garçom?! Não! O pedido!
Estão vendo como comunicar-se de maneira clara e adequada facilita a vida da gente até mesmo num boteco por aí?! Língua é isso: a gente usa e nem percebe!
domingo, 18 de setembro de 2011
História de um provérbio
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domingo, 11 de setembro de 2011
Top 5 - Gostinho Estranho 2*
2º gosto de bambu - esse gosto conheci quando era criança e fui a um aniversário que servia, dentre outras comidinhas, um curioso espetinho de carne moída. Nunca havia visto nada parecido, mas, mais inusitada do que a habilidade de fazer a carne moída parar num espeto, foi o gosto que senti: bambu! Não sei se por conta das restrições orçamentárias, resolveram filetar o bambu do varal para economizar, fato é que o gosto do espeto transferiu-se totalmente para a carne e nunca mais me esqueci dessa combinação pouco harmoniosa;
5º gosto de banheiro - fechando com chave de ouro essa segunda rodada de gostos estranhos, o gosto de banheiro é, na minha opinião, um dos piores. Explico. Banheiro e cozinha são ambientes opostos, quase como céu e inferno. Não devem ficar perto um do outro. O que se faz em um, não se deve fazer no outro. Entretanto, por uma distração, uma inocente medida, vejam que ironia, uma medida de higiene faz com que tudo numa cozinha fique com gosto de banheiro. Adivinharam o quê?! Limpar a cozinha com desinfetante! Pior ainda se for aqueles desinfetantes de pinho (Pinho Sol, Pinho Bril e afins) cujo cheiro remete imediatamente a um banheiro - limpo, mas ainda assim, um banheiro! O cheiro costuma ser tão forte que acaba contaminando tudo no ambiente, assim, a maçã fica com gosto de pinho, o pão fica com gosto de pinho, os copos ficam com gosto de pinho... ou seja, tudo fica com gosto de banheiro!
* atendendo a pedidos, acrescento gostos estranhos que ficaram faltando na primeira parte. Agradecimentos especiais às queridas amigas que contribuíram com as dicas de gostinhos estranhos: obrigada! Querem saber quais são os outros? Leiam aqui: http://claraemneve.blogspot.com/2011/08/top-5-gostinho-estranho.html
domingo, 4 de setembro de 2011
Frangaria do Ex-Goleiro
domingo, 21 de agosto de 2011
A última Coca-Cola do deserto
* acho que sofro do mesmo distúrbio...













